Sealby
Os ficheiros são encriptados no dispositivo
Fotografias, vídeos, notas e documentos são encriptados individualmente, com chaves protegidas pela segurança de hardware da Apple.
Veja como o Sealby protege os seus ficheirosCarteiras cripto
Em julho de 2026, ladrões esvaziaram carteiras de bitcoin adivinhando chaves que deviam ser impossíveis de adivinhar — um bug de firmware tinha andado a alimentar essas carteiras com números "aleatórios" previsíveis durante cinco anos. Podia acontecer a um cofre do Sealby? Não. Eis porquê, em linguagem simples.
Os ficheiros são encriptados no dispositivo
Fotografias, vídeos, notas e documentos são encriptados individualmente, com chaves protegidas pela segurança de hardware da Apple.
Veja como o Sealby protege os seus ficheirosProtege um telefone bloqueado
É uma excelente proteção de base, mas as apps podem ler os próprios dados depois de o dispositivo ser desbloqueado.
Útil para armazenamento remoto privado
O fornecedor normalmente não consegue ler o conteúdo, mas a segurança da conta e o método de recuperação continuam a ser importantes.
Depende do formato e da palavra-passe
Um formato moderno e robusto pode funcionar bem; uma palavra-passe fraca ou um formato antigo pode anular a encriptação.
A 30 de julho de 2026, atacantes começaram a esvaziar carteiras de bitcoin cujas chaves conseguiam simplesmente adivinhar: um erro de firmware de março de 2021 tinha feito com que os dispositivos afetados saltassem o seu chip de aleatoriedade e construíssem as chaves a partir de valores previsíveis. Durante cinco anos nada pareceu errado — depois saíram dezenas de milhões de dólares em poucos dias. O relato ao pormenor já está em todo o lado. A pergunta que fica a quem tem um cofre encriptado é mais simples: podia acontecer aos meus dados?
Tudo o que é encriptado começa num número aleatório. Se for verdadeiramente aleatório, adivinhá-lo é impossível. Se for previsível em silêncio, tudo o que está construído por cima continua a funcionar às mil maravilhas — sem proteger nada. Pior: dados encriptados podem ser atacados em privado, nos computadores de quem ataca, sem bloqueios e sem alarmes. É na força desse primeiro número aleatório que se joga tudo.
O Sealby nunca joga aos dados por conta própria. Cada chave vem da fonte aleatória integrada no sistema operativo — alimentada por hardware e mantida pela Apple para a segurança da própria plataforma. Não existe dentro do Sealby nenhum gerador caseiro que um erro escondido possa avariar, e nada de previsível — nem a hora do relógio, nem identificadores do dispositivo — é alguma vez usado como material de chave.
Mais duas redes de segurança. A criação de chaves verifica dois caminhos independentes do sistema e para em seco se algum deles se portar mal — um erro no seu ecrã, não cinco anos em silêncio. E mesmo um número aleatório que de alguma forma se repetisse não conseguiria proteger duas coisas com a mesma chave sem ninguém dar por isso, porque a unicidade está integrada na própria forma como os cofres são feitos. Cada compilação é ainda testada contra valores fixos, por isso o tipo de alteração que estragou aquelas carteiras faria falhar a compilação do Sealby logo no primeiro dia.
Para os seus cofres mais sensíveis, não tem de confiar em gerador nenhum — nem do Sealby, nem da Apple. Lance dados verdadeiros, introduza os lançamentos, e as chaves e a frase de recuperação do seu cofre são construídas a partir da sua aleatoriedade. Pode até verificar o resultado com uma ferramenta separada e independente. É essa a verdadeira lição do roubo das carteiras — não "confie em nós", mas "verifique-nos" — e é o padrão que os seus ficheiros merecem.
Não. O Sealby não partilha código, firmware nem hardware com nenhuma carteira, e as suas chaves vêm da fonte aleatória integrada no iOS — a mesma que a Apple alimenta a partir de hardware dedicado para a segurança da própria plataforma.
Esta falha foi eliminada de raiz, não prometida por palavras. O Sealby verifica dois caminhos independentes de aleatoriedade do sistema e para de imediato se algum deles se portar mal — a criação falha alto e bom som em vez de continuar com algo mais fraco. A falha que esvaziou aquelas carteiras foi exatamente isso: uma passagem silenciosa para números previsíveis. No Sealby, não tem onde se esconder.
A partir da fonte aleatória criptográfica do sistema operativo, alimentada por hardware pela Apple — nunca a partir da hora do relógio, de identificadores do dispositivo ou de qualquer coisa previsível. Cada compilação é ainda verificada contra valores de teste fixos, por isso uma alteração na encriptação falha a compilação em vez de sair para o mundo.
Por si só, não. As palavras são apenas uma forma legível do número aleatório que está por baixo — as carteiras afetadas produziam frases de aspeto normal a partir de um conjunto minúsculo. O que conta é de onde veio a aleatoriedade, não quantas palavras a codificam.
Siga o aviso de segurança oficial do fabricante, e não os títulos das notícias: veja se o seu dispositivo, a versão de firmware e o método de configuração estão afetados e siga os passos de migração indicados. Nada aqui é aconselhamento sobre produtos de terceiros.
Descarregue o Sealby e proteja o que importa. A configuração demora menos de um minuto, e não há conta para criar.
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