O que o bloqueio do Notas faz de fato
Bloqueie uma nota e o corpo é criptografado, aberto com o código do aparelho ou uma senha dedicada do Notas. Isso é criptografia de verdade, não um truque de exibição — a surpresa honesta é o alcance. O título continua na lista. O bloqueio é manual e nota a nota. E nada no Notas te avisa quando conteúdo sensível vai parar numa nota desbloqueada, que é onde a maior parte dele mora na prática.
Onde aperta
Em três pontos. Visibilidade: uma nota chamada "Senhas" numa casa com aparelhos compartilhados é um convite, não uma proteção — notas bloqueadas são objetos trancados visíveis, com nomes visíveis. Anexos: possíveis, mas desajeitados, com os originais ficando no Fotos e sem jeito de navegar pelos arquivos protegidos como uma coleção. Hábito: segurança que depende de lembrar de bloquear cada item individualmente se degrada exatamente quando a vida fica corrida.
Uma divisão de trabalho sensata
O Notas é excelente naquilo para que serve: anotações rápidas, sincronizadas e pesquisáveis — e o bloqueio é genuinamente útil para a linha sensível ocasional numa vida comum. A partir do momento em que o conteúdo é sistematicamente privado — diários, frases-semente, documentos, tudo o que você não gostaria de ver num aparelho sincronizado — ele pertence a um armazenamento criptografado por padrão, que guarda texto, fotos e arquivos juntos, e que não exibe uma lista de cadeados do que você protege. No Sealby, as notas são entradas em markdown dentro de um cofre: criptografadas como todo o resto, organizadas, e invisíveis até o PIN certo.