Sinais 1 a 3: o modelo de negócio dá à vista
Um: anúncios dentro da app. Os SDKs de publicidade existem para recolher e transmitir; diga o que disser a política de privacidade, há um canal de dados a viver dentro da sua app de cofre. Dois: conta obrigatória para uma tarefa puramente local. A encriptação local não precisa de identidade; as contas existem para o funil comercial do fornecedor, e cada conta é mais um sítio onde a sua utilização fica registada. Três: "recupere o seu PIN por e-mail". Encriptação genuína não pode ser recuperada por um serviço de apoio — uma app que o oferece está a dizer-lhe que guarda chaves do seu conteúdo.
Sinais 4 e 5: a tecnologia é um mistério
Quatro: nenhum detalhe de encriptação em lado nenhum. "Nível militar" e um ícone de cadeado não são documentação. Um cofre de confiança diz o nome do algoritmo, de onde vêm as chaves e o que acontece com PINs errados — detalhes que um impostor não consegue preencher de forma convincente. Cinco: envio para a nuvem que não pediu. Se os ficheiros saem do dispositivo "para cópia de segurança" ou "para processamento" por predefinição, a segurança do cofre passou a ser a segurança dos servidores do fornecedor, e ninguém lhe perguntou.
Sinais 6 e 7: os detalhes que ninguém verifica
Seis: sobras em texto simples. Fotos importadas que ficam na fototeca sem aviso, miniaturas visíveis no seletor de apps, pré-visualizações legíveis numa cópia de segurança feita no computador — desleixo por onde o conteúdo escapa da fronteira da encriptação. Sete: limites não declarados. Todas as ferramentas de segurança têm modos de falha; um fornecedor que não lista nenhum ou os desconhece ou está a escondê-los. Documentar os limites com honestidade é o sinal de confiança mais forte que esta categoria tem.
Dois minutos no site de um fornecedor respondem à maior parte destas perguntas. Se as respostas não estão lá, a resposta é não.